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PELO MUNDO FLAMENGO: Flamengo ID

Paulo Lima / NY – @mundoflamengo

Por conta do aumento frenético no ritmo de trabalho, não pude acompanhar como deveria o Flamengo nos últimos dias.

Mas nem por isso estou distante do Mais Querido.

Para quem não sabe, trabalho nas Nações Unidas, em Nova York, integrante da Missão do Brasil.

Tive uma série de reuniões nesta semana e, por isso, contato com membros de delegações de países de todo o mundo.

Futebol e, claro, o Flamengo, está sempre na pauta dos cafés, com aqueles que gostam do esporte bretão.

Para ser ainda mais claro, decidi adotar o escudo rubro-negro como parte da minha identificação (pena só ter conseguido digitalizar a imagem em P&B). Ë mais do que a vestimenta. Ë como dizer, até pela posição dos símbolos/signos, que sou rubro-negro, trabalho na ONU e sou brasileiro. Nesta ordem.

O escudo gera a curiosidade mundial e torna-se sempre alvo de perguntas, as quais sempre faço questão de respondê-las: “O que isso representa?”, é uma delas. Vocês já devem imaginar o prazer que tenho ao lançar meus argumentos rubro-negristas. Muito mais prazeroso do que muitas das opiniões emanadas nos fóruns da ONU.

Foi bem o que disse o colega italiano. Muda-se de mulher, de país, de nome, de identidade. E até de sexo. Mas não de time. Nunca. Quem o faz, comete mais do que uma heresia. A propósito, o italiano é torcedor da Roma, diga-se, e, claro, está insatisfeitíssimo com a forma do Adriano. Adiantou que a chegada do Bonello colocará o Impera na reserva (o que, segundo ele diz falar a imprensa local, fará encurtar o ciclo no clube, reservando a volta ao Brasil em janeiro).

Já o colega português, logo ao ver o escudo, chegou-se pra mim e cantarolou: “Zico, Zico!”. Sensacional. A grandeza de Galo e do Fla é sabida, mas nos enche de felicidade quando demonstrada.

Voltando à minha identificação. O orgulho é enorme. Maior do que o organismo (ONU) a que o meu país serve. E maior até do que o próprio Brasil.

Não tem momento, não tem Silas, Val Baiano, e nada que possa me dissociar deste orgulho.

É o Flamengo, sua história, os momentos (tristes e felizes) vividos a seu lado. É meu maior prazer, vê-lo brilhar.

Espero continuar sempre levando o Flamengo para o mundo.

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Sobre flamengonet

jornalista

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