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FLAMENGÔMETRO nº 27
O ANO EM QUE O FLAMENGO PAROU
Hoje teremos o último jogo do campeonato. O último jogo de um ano tão deprimento, que é melhor considerarmos que ele sequer existiu. Não sei se nossa trajetória vexaminosa nesta campeonato se encerrará com uma vitória insípida, com um empate insosso ou com mais uma derrota vergonhosa. Não sei se o time lutará por três pontinhos para talvez buscar uma classificação para esta horrível Sul-Americana, um campeonato tão ruim, com calendário tão incoveniente e tão mal planejado que pode ser vencida por um clube rebaixado para a segunda divisão. Divisão essa com a qual passamos longos meses flertando, e que apesar de tanto esforço (ou a falta de ) em nenhum momento adentramos a zona de rebaixamento (o que ainda vem provocando cólicas e faniquitos em nossos três co-irmãos que já andaram por lá). Eu até podia apelar pro bom humor e alardear o nosso adágio flamengonetista de que TIME GRANDE NÃO CAI, mas infelizmente vivemos uma época onde nossos dirigentes, técnicos e jogadores parecem não mais conhecer o siginificado da palavra “time grande”. Torçamos então para que a grandeza de nossa paixão acabe afastando a pequenez da mente daqueles que mandam.


NOTAS FLAESTATÍSTICAS

1- O Flamengômentro chega à penultima partida do ano com um 50% de aproveitamento nas últimas onze partidas: 3 vitórias, 5 empates e 3 derrotas.
2- Trinta e sete partidas, e nossos artilheiros chegam à incrível marca de 5 jogos. Ridículo.
3- A Barca: Jean, Fernando, Juan, Corrêa, e muitos outros, talvez. Que Lomba seja preservado e volte ao banco para ganhar mais experiência e aprender com seus erros. Que Leo Moura seja aproveitado no meio-de-campo, já que sua eficiência como lateral ficará cada vez mais comprometida. Petkovic teve um ano medíocre, mas se as múltiplas dívidas do Flamengo obrigarem a sua permanência, que vire uma opção de banco, e que contratemos um novo Camisa 10 realmente efetivo. Precisamos de zagueiros, de laterais, e principalmente de competência e planejamento. Que Vanderlei deixei a máscara de lado, e se dediquei firmemente a recuperar seus prestígio como treinador, e que mostre ser capaz de conquistas sem superpatrocinadores como nos tempos da Parmalat.


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