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FLAMENGÔMETRO nº 44

THE DARK SIDE OF WELLINGTON

Nenhuma desculpa vai mudar minha opinião sobre o jogo: um time como o Flamengo, com o elenco que tem (mesmo com as deficiências), com o técnico que tem (mesmo com eventuais “pecados”) e com a importância que tem, não pode se dar ao luxo de empatar contra estes times mequetrefres do Cariocão, boa parte que sequer chegam à quarta divisão nacional. Não pode sequer suar sangue para arrancar magrasvitoriazinhas. Dito isto, e sempre reconhecendo, como escrevi há tempos atrás, que não somos mais o Flamengo de trinta anos atrpas, quero deixar aqui minha opinião e críticas sobre o time. Por mais que eu ache justo criticar as falhas e teimosias do Luxemburgo, acho uma burrice criar este clima de pressão, como se o time fosse o lanterna do campeonato. Só serve para criar tumulto onde antes parecia reinar a paz. O elenco aparenta um clima de amizade e bom relacionamento, não sinto nenhum conflito entre jogadores e técnico. E olhe que tenho muitas críticas: Dona Patrícia, em vez montar uma superequipe de nadadores, deveria estar correndo atrás de pelo menos dois zagueiros para nos livrar de vez da ameaça fantasma de ver um dia o time com Jean e Wellinton, juntos (vejam que o Corinthians já está atrás do Juan, um zagueiro tínhamos a obrigação de repatriar); Luxemburgo está um pouco indeciso na escalação, e ainda acho que o elenco está como jogador demais em algumas posições e sem peças importantes em outras. Sobre a questão do Adriano, acho que o Rica Perrone foi perfeito em seu sempre lúcido blog: a torcida tinha razão em querer o Imperador, e a diretoria teve sua razão em não querê-lo. E ponto final. Chega de falar no sujeito.
É neste clima de pressão que precisamos voltar a vencer nossos jogos no Carioca e ainda de quebra secar Vasco, Americano e Boavista. Não será fácil, visto que ainda temos um clássico pela frente, e tanto Boavista como o Vasco já passaram por Botafogo e Fluminense com 4 pontos ganhos.
Acho que o Ronaldinho fez sua pior partida pelo Flamengo: errou quase tudo o que tentou, chutes e passes. Ás vezes dava a impressão que aquele jogador era o Fábio Baiano disfarçado, usando peruca e dentadura postiça. E sobre o glorioso Wellinton que deu o título ao Flamengômento de hoje: vinha até jogando bem, mas as suas recaídas são sempre retumbantes. Eu dormiria mais tranquilo se soubesse que nossa zaga não precisasse dele como titular.
O Flamengômetro passa por uma ligeira queda, resultado da sucessão de empates. Alerta ligado para que Mr. Luxa ponha em prática sua reconhecida competência e que Mr. Gaúcho ponha todo seu potencial em funcionamento. E vamos torcer para que as dificuldades não sirvam de combustível que torcedores ingênuos não virem massa de manobra de corneteiros que mais parecem querer tumultuar o ambiente. Os problemas existem e não podemos negar, mas há que se ter calma e inteligência para lidar com eles.
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