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Calúnia do Rúbio Negrão

Sejemos cinseros, analfabéticos e, por que não?, otimisticos: o Flamengo do Joel não é essa draga toda. Falei, e provo: um time que faz 2, 3 gols por jogo demonstra claramente que o setor ofensivo está funcionando às mil maravilhas.

Assim sendo, não é preciso ser muito inteligente pra perceber que o único problema da equipe se encontra do ataque para trás!

Acredito piamente ser muito mais fácil evitar gols do que fazê-los, de forma que não será difícil pro Joel acertar somente aqueles setores da equipe responsáveis por cumprir essa função, a saber, o meio-campo e a defesa. Se conseguirmos manter a média de dois gols sofridos por jogo, creio que o Love segurará as pontas sozinho lá na frente.

Além disso, outro fator importante que deslegitima o stress da torcida é o fato de termos um jogador cardíaco no grupo. Ora, se o próprio atleta participa da partida normalmente, sem sofrer qualquer piripaque, como pode um torcedor pôr o coração pela boca SENTADO CONFORTAVELMENTE NO ESTÁDIO?

Pensem nisso, meus leais detratores, e relaxem: o Joel é uma caixinha de surpresas. Aliás, o futebol como um todo. Percebam que, de tão previsível, o nosso time acaba sendo totalmente imprevisível, posto que qualquer coisinha diferente que realize surpreenderá profunda e fatalmente o adversário.

E para que não digam que estou apenas elogiando sem oferecer nenhuma sugestão concreta, ei-la: se o Flamengo do Joel realmente não tiver pegada, criação ou salários em dia, proponho como estratégia o sempre eficaz rodízio de faltas. Se a Holanda criou e notabilizou o carrossel, que o Flamengo, tão bom de parquinho, invente a gangorra, um sistema tático em que os defensores subam para parar o jogo no ataque, e os atacantes desçam para fazer o mesmo na defesa! Já que os juízes estão deixando o couro comer solto, por que devemos deixar passar a chance de revolucionar o futebol?

O fato é que a vitória sobre o Coritiba deu ao Joel uma sobrecoxa, digo, sobrepeso, quer dizer, sobrevida. Sobrevida que também ganhou o time, agora que passou a jogar novamente com 11 jogadores.

E agora que joga com 11, quem sabe muito em breve o Flamengo não volte a jogar com 12?


Duplex Toc Zen

1 – Mensagem de fé e otimismo aos que estão tendo o trabalho de tirar o sacrílego nome do manto número 10: Daqui a alguns meses, esse know-how ainda vai nos render uma boa grana dos torcedores do Galo.

2 – Bola pra frente: Se o Flamengo sobreviveu à saída do Dill, do Marcelo Moscatelli e do Jael, certamente conseguirá se refazer da saída do Ronaldinho. 

3 – O Flamengo só conseguiu vencer o Coritiba porque passou mais de quatro meses se preparando especificamente pra esse jogo: Só nas coxas.

4 – Falta pegada à nossa defesa: Acho o Marlon brando. #PiorTrocadilhoEver

5 – Questão de semântica: O time precisa desesperadamente de um meia-armador, e o Joel coloca o Ibson, na melhor das hipóteses um meia-amador.

6 – Questão de observação: Todos criticam os quatro volantes no meio, quando o problema é o quinta-coluna na zaga.

7 – O Flamengo do Joel é o time a ser batido: De preferência com uma boa pinga, um limãozinho com casca, açúcar e muito gelo picado.

8 – Num game, cada vida ganha pelo herói aumenta a sua energia: Na vida real, cada sobrevida ganha pelo Joel abala a sua saúde.

9 – “E eu volto a perguntar, que fim deu o Camacho?” – MBallem: Ele tão low profile que simplesmente sumiu.

49 – Encontrar álcool no sangue do Ronaldinho nem é tão difícil: Difícil mesmo é encontrar sangue no Ronaldinho.

11 – O Negueba tem alegria nas pernas: E a torcida, tristeza nos olhos, tremor nas mãos e palavrão nos lábios.

12 – O Zinho encera, encera e encera: Aí vão os nossos gestores, com os sapatos sujos de lama, e pisam.


13 – Twitter Cassetadas da semana (em tempo real só em @rubionegrao):

“Advogada tenta escalação de R49.” Se não conseguir, basta colocar o time do Atlético em campo com 10 que vai dar no mesmo.

Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes. Como é cantor, Belchior. Se fosse boleiro, Bebé.

A Globo tinha que me liberar o PPV do Brão na faixa. Acreditem: sacanear os times sem ver os jogos é DIFÍCIL BAGARAI!

O time do Joel é tão previsível, mas tão previsível que se fosse uma novela, o casalzinho já viveria feliz para sempre no primeiro capítulo.

Projeto: tuitar todo “Os Lusíadas” sem perder todos os seguidores.

Feriado: ócio com a consciência limpa. /// Dia útil: ócio com a consciência pesada.

A vida é maravilhosa. O que mata é a morte.

Se o Nelson Rodrigues conseguiu criar um universo do imponderável torcendo pelo Fluminense, imagina se ele fosse botafoguense.

O problema do Botafogo nem é tanto haver coisas que só acontecem a ele. O problema é elas acontecerem em público.

A Jontex escolheu o Corinthians porque não quis vincular sua marca a este Flamengo, onde até uma simples conversa telefônica vaza.

É o Joel cada vez mais proativo: os 3 pontos de hoje nos valeram por 3 empates.

“Popozuda vira madrinha da Parada Gay de SP e ganha beijo no bumbum.” Cause information is power.

Aí o homofóbico me diz que vai assistir ao “The Ellen DeGenerate Show”…

“Assediado por fãs, Neymar já mira o Timão.” Esse garoto vive focado em tudo.

Agradeço de público à minha mãe por não ter deixado eu largar a escola. É graças a ela que hoje eu não estou no Twitter só vendo as figuras.

Vontade de me suicidar, mas acho que vou jantar antes.

“Ponto na Avenida Paulista recebe os primeiros táxis elétricos de SP.” Pronto. Já vai aumentar a eletricidade…

E, sendo bem político agora, nada mais faço.
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Sobre flamengonet

jornalista

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