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FLAMENGÔMETRO nº 171-172-173

Peço desculpas aos colegas pela não publicação nos três últimos Flamengômetros, mas infelizmente passei boa parte do mês de março sem internet nem telefone fixo. Não tive como postar os Flamengômetros, antes devido à falta de conexão até o dia 18, depois pelo mesmo problema que retornou no dia 20 e só foi resolvido – espero – hoje. Seguem assim o Flamengômetro atual, com os textos atrasados.flametro_2013_n173

FLAMENGÔMETRO Nº171 – O FIM DA ERA DORIVAL

Por obra e graça da Oi, fiquei sem telefone e internet desde o sábado dia 9, e assim, não pude sequer fazer o upload da figura do Flamengômetro anterior. Tão isolado do mundo e da civilização estava este pobre náufrago (um internauta sem conexão seria um internáufrago?), que só fui saber da queda de Dorival Junior pela segunda-feira última. Esperava mais do Dorival, pelo que ele tinha feito no Santos, e confesso que nos últimos jogos ela vinha tendo critérios bem esquisitos nas escalações e substituições. Mudar mais uma vez de técnico não é bom, mas acho que os motivos apresentados foram razoáveis, à luz dos novos tempos de “seriedade” e “austeridade”. Após a última derrota, um jogo que seria um mero aberrante fruto da má sorte, se os deuses cruéis do futebol não o tivesse colocado quase que exatamente um ano após aquele fatídico empate em 3×3 com o Olimpia, que acabou, de certa forma, por selar o destino do Flamengo em 2012. Eu não sei o que o Jorginho fará consertar os problemas da defesa, mas minha paciência com González se esgotou: é lento demais, desatento demais, mal se sustenta em pé, e não tem a menor noção de tempo de bola, ainda mais como companheiro de zaga do Alex Silva, um beque com currículo, mas que parece ter se aposentado há dois anos – toda vez que entra no time, parece atrair uma crise. Boa sorte para o Jorginho, que teve boas passagens por times de porte pequeno e sem grandes pretensões. É uma aposta, vamos torcer para que funcione.

FLAMENGÔMETRO Nº 172 – O TIME QUE REGRIDE

Começamos um ano sem muita esperança em resultados imediatos no time, desfalcado, sem grandes reforços e sem nenhum esboço de plano tático. Para nossa surpresa, o time encontrou um jeito de jogar, classificou-se em primeiro em seu grupo e vencendo ambos os clássicos. De repente, num problema crônico que parece nos assolar desde os primórdios do século XXI, o time quando parecia que ia engrenar, desandou de vez, e agora regride ao estado original de massa amorfa, com zagueiros que não sabem mais marcar, atacantes que não chutam, meias que não têm a menor noção do que é passe e lançamento, complementados por dois laterais que insistem em não acertar cruzamentos. Não surpreende o empate com o Boavista, e sinceramente, não entendi o sistema que o Jorginho quer implantar.

FLAMENGÔMETRO Nº 173 – CHAMEM O DIDI MOCÓ

A vitória suada, graças a dois gols espíritas, acabou salvando o time em mais uma atuação medíocre. Cada vez que eu assisto o Alex Silva, o Walace e então ausente González atuando, fico com a sensação, que a cada falha deles, o Renato Aragão vai entrar em campo com o extintor de incêndio cobrindo a grama de gelo seco; João Paulo estreiou bem, e a cada partida, vai jogando cada vez pior, parece que está absorvendo o jeito Ramon de ser; é óbvio que Léo Moura não tem mais condições de atuar na lateral, mas não vemos a iniciativa de se contratar um substituto; Gabriel conseguiu perder dois gols feitos (em vez de gastar dinheiro trazendo-o do Bahia, melhor seria insistir no Adryan). Hernane é aquilo mesmo, apenas um centroavante finalizador, que vai meter o bico e empurrar pras redes, resvalar de cabeça, não esperem nada mais do que isso. Mas a culpa da falta de gols não é dele, e sim de um time que não consegue acertar passes, cruzamente e lançamentos para pelo menos colocar o “Brocador” em condições de finalizar. Estamos na corda bamba no Carioca, principalmente agora que o Resende resolveu virar um Barcelona tupiniquim e que o Fluminense consegue vencer todas as partidas sempre jogando mal. Não entendo como um time consegue melhorar ao longo de uma competição, e depois piorar de vez. Não sei como este elenco treina, mas algo anda errado. Ah, e não falei do Nixon, que foi ressuscitado pelo Jorginho para entrar em campo e desperdiçar um gol feito, e do Renato Abreu, que é escalado com a justificativa de que é um “ótimo chutador”, e passa quase cinquenta minutos sem dar um chute a gol, com exceção de uma tentativa que acabou num chute fraco e torto, que por sorte do acaso encontrou o Rodolfo e quase termina em gol. Continuo sem grandes espectativas para o ano de 2013… torçamos por uma reviravolta.

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3 comentários em “FLAMENGÔMETRO nº 171-172-173

  1. PARA OS FLAMENGUISTAS QUE GOSTAM DE ESPORTES RADICAIS :
    OFF – Via Embratel canal 51 – TV Claro canal 51 – GVT canal 44 – Oi TV canal 77 – SKY HD canal 238

    PARA AS CRIANÇAS FLAMENGUISTAS QUE NÃO AGUENTAM MAIS AS DERROTAS DO FLAMENGO : GLOOB – Via Embratel canal 94 – NET canal 29 – Sky digital canal 87 – Sky HD canal 29 – Oi TV canal 87.

  2. Não acredito que um dia pedi a contratação do Alex Silva… aqui se faz, aqui se paga!

  3. O que esperar desse bando na Copa do Brasil? Para começar bonito, pode quebrar mais um tabú: o de conseguir perder para o “poderoso” Remo na estréia… o que esperar no Brasileirão, se não houver contratações??? Segunda divisão!

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