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FLAMENGÔMETRO Nº 176

flametro_2013_n176

ABAIXO DE ZERO

O time é ruim. Não há dinheiro. O técnico não conhece ainda o elenco.

Desculpem-me, mas eu não posso aceitar nenhuma desculpa para o fato do Flamengo estar eliminado a duas rodadas do final da primeira fase, perdendo ponto para quatro times minúsculos, sem sequer ter disputado o únici clássico don turno. O Flamengo não precisa de Messi, Neymar e Robinho para vencer times como Audax e Resende. Se nossos jogadores são fracos – e muitos o são – os jogadores do times do estado do Rio não são melhores. Jamais aceitarei não vencer times que mal conseguem deixar a Série D do Brasileiro, e que mal passam da primeira fase nas Copas do Brasil. Nem a desculpa de jogarmos na casa do adversário temos. Parabéns à FERJ por estar testando experimentalmente para a FIFA a regra de usar câmeras para decidir lances difíceis.

Apesar de tudo, continuo torcendo para que a Diretoria siga firme no propósito de sanear as finanças e conseguir recuperar o time de forma criteriosa, sem se levar pelo canto de sereia do oba-oba. Não adiante nada trazer Kaká e Robinho, às custas do aumento do rombo herdado. Só espero que a austeridade seja sincera e resista aos percalços do time. A gente sabe que se o desempenho continuar ruim, a pressão sobre os dirigentes vai aumentar, e com ela vem a sedução das mega-contratações bombásticas, das negociações faustianas, e da volta da velha panelinha de dirigentes “para garantir a governabilidade”. Tem muita gente na imprensa torcendo contra, seja por ligações com a corja, seja por que torcem contra mesmo.
ps: Não adianta apenas ter dinheiro para contratar; tem que saber contratar os jogadores certos. De nada adianta contratar dois meias para a mesma posição, e não ter reservas decentes nas laterais, por exemplo. Lembrem-se que Kleber Leite contratou mais de noventa jogadores e não conseguiu manter um time, enquanto que na época do Delair e do Marcos Braz , contratamos jogadores desacreditados, mas que encaixaram na medida certa e nos deram o Hexa. Parece que agora estamos encerrando um ciclo que se iniciou em 2006, com boa parte de jogadores do Eduardo Uram, uma geração que nos trouxe muitos títulos, mas também proporcionou alguns vexames, decepções e apagões. Que a fênix rubro-negra mais uma vez renasça das cinzas.

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