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FLAMENGÔMETRO nº 192

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FOGO AMIGO NO CHURRASCO

E o empatezinho que vinha sendo mantido com fervor foi por água abaixo com um gol do ex-rubro-negro Juan, veterano que eu trocaria por nossa defesa inteira, e ainda dava o Nixon e o Cadu de brinde. Veterano que além de fazer o gol ainda anulou sem problema nosso inoperante ataque. Espero que o Mano comece a se preocupar com o ataque, porque acho que boa parte dos nossos problemas surgem daí, não dos homens de ataque, especificamente, mas do sistema ofensivo como um todo, que começa em bons laterais e com meias de visão de jogo e passes certeiros, o que tem nos faltado. A janela nos rendeu apenas um André Santos isolado, que espero que seja o mesmo que foi no Corinthians e não mais um Egídio genérico (o original aliás, vem se garantindo no Cruzeiro), desses laterais que jogam bem fora e não engrenam na Gávea.  Minha preocupação ofensiva chama atenção para nosso melhor ataque nos campeonatos de pontos corridos, 2008, um ano cujo cujo bom desempenho em linhas gerais foi prejudicado pelas falhas da defesa, pela queda de produção no meio do campeonato (quando estávamos liderando) e pela perda da vaga na Libertadores, com tropeços imperdoáveis. O time fez 67 gols, foi o melhor ataque da competição, e aplicou diversas goleadas (5×0 no Figueirense e no Coritiba, 5×2 no Palmeiras). Tínhamos um supertime com artilheiros galáticos? Não. O artilheiro foi Íbson com 11 gols, e nosso ataque, que no início do campeonato contou com Souza e Marcinho (então artilheiro do campeonato, que acabou se transferindo para o exterior após um estranho incidente numa favela carioca, para nunca mais voltar), e no final contava com Marcelinho Paraíba, Maxi Biancucci (atual artilheiro do Brasileirão) e o folclórico Obina. Tínhamos dois ótimos laterais, Leo Moura e Juan, então ambos no auge da forma física e técnica, e um meio campo de volantes que combinava dois carregadores de pianos, Aírton e Toró (às vezes o indizível Jaílton), e dois segundos volantes com bom toque de bola, Kléberson e Íbson, que também passavam por ótima fase. Com essa formação singela marcamos 67 gols, o que indicar que a postura de jogo muitas vezes é mais importante que a escalação em si. A derrota no sul não foi fruto de um detalhe ou de um lance de azar; mas sim de uma opção deliberada por apenas defender, sem conseguir ameaçar o Inter de forma contundente. Na nossa melhor chance, o juizão acabou inventando uma falta do Adryan no Willians. E fico sabendo agora que o Mano optou por mandar Rodolfo de volta para os juniores. As opções estão ficando perigosamente menores. Espero que ele cumpra o que prometeu, e passe a se focar no ataque, agora.

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Um comentário em “FLAMENGÔMETRO nº 192

  1. O time do Flamengo vem melhorando jogo a jogo. É visível. Como tb é q tem limitações entre os jogadores. Mas com um esquema tático bem montado dá pra fazer uma boa campanha. Se tivessem grana pra contratar o Mano Menezes no início do ano a situação seria muito melhor. Mas acho q o trabalho será vitorioso.
    Hj o Diego Silva errou tudo q tentou e o Gabriel ñ entrou em campo. Foram bem substituídos pelo Luiz Ant\õnio e Adrian e o time sufocou no segundo tempo, após ver o adversário jogar no primeiro. Ñ ganhou pq o bandeira ñ quis validar um gol do Elias.
    É continuar trabalhando q o time vai fazer uma campanha no mínimo decente.

    Frederico Stroppa Moreira

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